Meu humor


Arquivos
 17/09/2006 a 23/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 Rodrigo Designer
 WDR associados
 escolasdevarginha
 Taekwondo Varginha
 CBTKD > Taekwon-do




Blog do Rodrigo
 


Segunda-feira, 22 de agosto de 2005

Mnemônico

Wellington Carrion é Instrutor de Desenho e Web Design desde 1998, em tecnologias 3D, Adobe, Corel e Macromedia. Estudou Artes Plásticas por 3 anos e atualmente leciona os cursos Microcamp de Web Developer e Desenho Artístico.

Olá pessoal! Este artigo trata-se do que chamamos de mnemônico (facilidade de gravação na memória - que ajuda a memória), que nos permite criar associações para tudo à nossa volta.

É sempre mais fácil e rápido captar um símbolo do que um texto, quando estamos dirigindo e vemos uma placa de lombada, rapidamente sabemos o que está por vir e se tivessemos que ler "lombada", o tempo de assimilação seria maior. Essa prática pode ser utilizada para o trabalho em websites para torná-los mais intuitivos.

Em exemplo disso, achei muito interessante o livro "Kanji Pict-O-Graphix" de Michael Rowley, nele encontramos uma forma muito inteligente de interpretação para os Kanjis, sendo esses de difícil memorização.

Os Kanjis se desenvolveram a partir de desenhos usados pelos chineses há muitos milhares de anos para a representação do mundo que os rodeia.

O livro recebeu os prêmios International Typographic Design e How International Design.


www.papernapkin.com

Mnemônica ou Ciência e Arte de Memorizar se consiste em um conjunto de técnicas, sob o suporte científico do funcionamento dos mecanismos da memória.

Ela é uma poderosa ferramenta, que é na maioria das vezes indicada, para aumento do desempenho no "ensino acelerado". Na lógica de programação, são utilizados códigos simbólicos e Mnemônicos para substituir os códigos.

Os programas escritos irão exigir procedimentos de tradução antes de serem diretamente executáveis, o mesmo é chamado de fluxograma. Ele permite ao programador, mesmo sem ler os textos, saber o que cada caixa tem como descrição.

A Psicologia de Gestalt tem grande influência nos estudos mnemônicos.

Na Antiguidade e Idade Média, a Mnemônica tinha papel relevante no meio dos sábios.

Com o advento da Imprensa, houve queda e desinteresse na arte de memorizar.

Os registros nos livros desestimularam os estudiosos no aprofundamento e dedicação nos aspectos da memória.

Hoje, com experiências em Psicologia e em Educação, a Mnemônica voltou a ser foco de interesse.

No caso de um site, se for razoávelmente grande, o usuário pode demorar muito para ir de encontro com a informação de que necessita. É importante, nesse caso, fazer uso de links com funcionalidades de atalho para determinada informação, fazendo com que sua busca tenha um acesso mais rápido.

Podemos fazer uso de Mnemônica para a memorização de pontos chaves de um site, isso pode ser necessário para que o mesmo não fique perdido e encontre o que procura. Muitas vezes o usuário associa a imagem ao evento.

É fato que o uso real da palavra Mnemônica vem da memorização para o aprendizado e treino de memória, entretanto, podemos trabalhar fazendo uso de associações, assim como feito por Rowley.

Para facilitar, podemos fazer uso de símbolos de fácil assimilação para o cliente, tais quais como:

Um link de home pode vir acompanhado de uma imagem, sendo que neste caso a imagem pode substituir o texto "HOME" de uma página.

A forma como é inserida na página pode trazer um clima descontraído, que fuja do formal e acabe aguçando o usuário a clicar nele pela sua forma comum e de fácil compreensão. O perigo é encontrado quando as cores do desenho dão mais destaque do que outros itens.


Quando falamos em busca geralmente associamos à imagem da lupa de localização, similar ou não com a do windows.

Este não precisa ficar junto do campo de procura, porém ele pode indicar uma página que forneça este tipo de serviço. É simples mesmo para quem nunca o encontrou na web, principalmente por usuários do windows.


Links ou botões com um "ok" sempre são bem vindos, eles trazem a impressão que tudo está correndo bem e que algo será processado.

Muitas vezes o usuário pode ficar ansioso pois um ícone como esse sempre diz: "espero que saiba o que está fazendo". Isso acontece em campos onde o link possui a cor vermelha, isso irá deixá-lo mais preocupado ainda.

Muitos outros elementos podem ser utilizados para a composição de um site:

O mais complicado de tudo é trazer outras interpretações para símbolos como esses. O que colocaríamos no lugar da casa, do envelope para o contato ou do "enviar" de um formulário?

Temos tantas referências... Só precisamos ousar um pouco.

Também é uma grande referência, a maneira como Michael Rowley aborda figuras associadas ao alfabeto em seu livro "Kana Pict-o-graphix".

Exemplos:

O objetivo básico de mnemônios é criar associações. Não há base formal pedagógica para o estudo de Rowley e mesmo assim, por ser livre em seu pensamento, conseguiu muitas premiações e respeito mundial.

Podemos fazer uso dessas associações para a criação de logos ou tudo o que nossa imaginação permitir.

Um forte abraço a todos!



Escrito por Rodrigo às 12h20
[] [envie esta mensagem
]





Quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

Matéria: Teoria do Design

Leitura - Mnemônico

Wellington Carrion é Instrutor de Desenho e Web Design desde 1998, em tecnologias 3D, Adobe, Corel e Macromedia. Estudou Artes Plásticas por 3 anos e atualmente leciona os cursos Microcamp de Web Developer e Desenho Artístico.

Olá pessoal! Dando seqüência à leitura de imagem, vale citar novamente a forma inteligente que Michael Rowley encontrou para a interpretação e memorização dos Kanjis.

Quando estamos observando uma imagem, ela deve ser extremamente intuitiva, isto é, não devemos precisar de muito esforço para a total compreensão da mesma. Novamente venho citar o livro "Kanji Pictográfico", com certeza uma interessante referência para o processo de criação.

Os ideogramas usados pelos japoneses, os kanjis, têm sua origem numa linguagem pictográfica desenvolvida na China antiga.

Através dos tempos, desenvolveram-se em formas abstratas estilizadas que são muito complicadas de memorizar.

Em Kanji Pictográfico, Michael Rowley apresenta um método inovador que associa cada kanji a uma ilustração que lembra sua representação gráfica. Ele associa o significado de cada kanji a um desenho tendo como resultado um verdadeiro dicionário ilustrado, funcional e prático.

Para entender um pouco mais, leia o artigo Mnemônico.

Apresentação dos mnemônios no livro Kanji Pictográfico:

Nos exemplos acima encontramos:

01. A tradução em português do kanji;
02. Caractere Kanji;
03. Leitura ON emprestada da china e leitura KUN da cultura japonesa;
04. A Mnemônica visual, imagem ao qual facilita a memorização;
05.
Texto mnemônico.

Podemos notar que o significado se apega à leitura da imagem, não precisamos de muito para associar as imagens com os Kanjis.

Cada elemento foi devidamente estudado e mostrado de forma simples e de fácil compreensão. O mais interessante é que, apenas com a mnemônica visual conseguimos interpretar de forma coerente cada composição.

Toda imagem é acompanhada de um texto mnemônico, a citação de um acontecimento facilita na interpretação e conseqüentemente na memorização.

Observe bem os exemplos e procure treinar com a criação de pequenas composições - mostre seus desenhos para amigos, mesmo que desenhar não seja o seu forte e observe como eles interpretam seus desenhos, você terá, com certeza, uma grande surpresa.

Dados da publicação:

Livro: "Kanji Pictográfico" de Michael Rowley;
Nome original: Kanji Pict-o-graphix;
Tradução: Suara Bastos;
Editora: Conrad Editora do Brasil
Websites: www.conradeditora.com.br | www.papernapkin.com

Além de ensinar kanjis com um método inovador, Kanji Pictográfico ganhou prêmios de design, entre eles International Typographic Design e HOW International Design.

Os outros trabalhos de Michael Rowley seguem com a mesma linha de raciocínio, confira suas outras publicações e aproveitem ao máximo suas idéias para criar diferentes meios para a comunicação visual.

Grande abraço a todos!



Escrito por Rodrigo às 12h18
[] [envie esta mensagem
]





Quinta-feira, 29 de junho de 2006

Matéria: Teoria do Design

Minimalismo

Wellington Carrion é Instrutor de Desenho e Web Design desde 1998, em tecnologias 3D, Adobe, Corel e Macromedia. Estudou Artes Plásticas por 3 anos e atualmente leciona os cursos Microcamp de Web Developer e Desenho Artístico.

Olá amigos! Neste artigo iremos falar um pouco sobre o pensamento modernista, onde se prega o "essencial" para as diversas manifestações do Design.

O minimalismo não se refere diretamente ao conceito de "pouco", e sim de ampliar a essência do que realmente é importante, chegando ao ponto de tornar todo o restante dispensável perante o verdadeiro foco da criação, podendo ser dito como a redução da variedade visual numa imagem.

Estamos falando em reduzir a cinzas todo e qualquer tipo de coisa que não corresponda à legibilidade da criação.

O movimento Minimalista marcou profundamente a base da criatividade dos artistas do século XX. É o símbolo do essencial, sendo inimigo da estética apenas pela estética, utilizado principalmente nas artes visuais, design em geral e música. O Minimalismo hoje se mostra presente também no raciocínio lógico da programação, tableless e demais áreas da informática.

O uso do termo "Minimalista" é considerado polêmico, sendo recusado por muitos dos tachados minimalistas.

Artista Minimalista

Quando falamos de minimalismo, é impossível deixar de citar a obra de Ludwig Mies Van der Rohe, considerado mestre no estilo Minimalista. O arquiteto alemão é um dos principais nomes da arquitetura do século XX.

Seu Minimalismo se expressa em uma de suas mais famosas frases: Less is more (menos é mais).

Uma de suas principais obras foi o Pavilhão Alemão na Feira Internacional de Arquitetura em Barcelona em 1929. O pavilhão foi demolido no final da Feira, mas foi construída uma cópia, no mesmo local, que permanece até nossos dias.


fonte: História da arquitetura moderna (Leonardo Benevolo) - Editora Perspectiva

Nomes do Minimalismo

Literatura: Raymond Carver e Ernest Hemingway;

Música: Steve Reich e Philip Glass;

Arquitetura: Tadao Ando e Álvaro Siza.

Exemplos Minimalistas

A necessidade de reduzir linhas e manter a mesma imagem é também um ato simples de minimalismo:

Estes são dois de muitos logos já criados para o Minimalismo:

Este abaixo não deixa de ser um logo minimalista, entretanto sua composição pode lembrar coisas desagradáveis denegrindo a imagem do portador, assim como visto no último artigo. Uma pequena modificação, apenas como exemplo, poderia resolver o problema:

Produto que segue a linha minimalista, dispensando maiores comentários:

O Minimalismo, assim como a própria palavra diz, deve manter o trabalho "clean", livre de qualquer desvio de atenção por meio de excesso de estética. Lembrem-se que os artigos estão sempre interligados.

Grande abraço a todos!



Escrito por Rodrigo às 12h09
[] [envie esta mensagem
]





Segunda-feira, 04 de setembro de 2006

Matéria: Teoria do Design

Os 4 passos essenciais para a elaboração de uma marca gráfica

Glauber Cavassani é Instrutor do curso de Web Developer da rede Microcamp Internacional de Informática e formando no curso de Design da FMU.

Primeiramente, espero contribuir de alguma maneira aos caros amigos visitantes deste Blog com esta minha segunda matéria por aqui.

Muitos me perguntam, pedem dicas, contribuições sobre um assunto que realmente, se pararmos para pensar, não é tão simples assim: “a elaboração e/ou desenvolvimento de uma marca gráfica”.

De fato, a construção de uma marca envolve alguns conceitos previamente pesquisados e de próprio Design, e se no caso, for VOCÊ o responsável para elaborar o mais novo nome fantasia (aquele nome que é usado na propaganda), aí há algumas implicações maiores ainda.

Os itens básicos que você precisa parar para pensar bem são: nome, cores, tipografia, formas/símbolos, traços, tudo isso em conjunto. Porém, antes disso tudo, deve-se saber da ideologia e características que esta empresa/marca quer passar e/ou transmitir quando alguém ver sua mais nova marca.

Princípio: faça uma pesquisa dos conceitos e ideologia da representada (no caso pode ser empresa, grupo, banda, ou qualquer outra coisa). Isto envolve algumas questões como:

Passo 1 – Perfil: Busque características de imagem que a dona da marca queira atribuir a marca gráfica (exemplo: força, agilidade, segurança etc). Retirando algumas informações, vá para o próximo passo:

Passo 2 – Desenvolvimento: Passando para o lado do desenvolvimento e criação da marca gráfica, pegue as informações obtidas e transforme-as em formas/símbolos ou ícones artísticos – busque meios que demonstrem de alguma maneira as características impostas no tipo de perfil da empresa;

Passo 3 – Cores: Use também de cores que transmitem os ideais da empresa (ou representada) para o público consumidor (veja com mais detalhes, a matéria já postada aqui no iMasters sobre “psicodinâmica das cores na...”.

Passo 4 – Nome: Agora se for você o responsável para criar o nome, não use de siglas, como por exemplo: se os donos se chamam João, Lúcia e Maria, aí você simplesmente nomeia como “JLM Ltda.” - é pouco criativo e muito lógico, isto vai contradizer todo o assunto tratado aqui: lembre-se que em algumas linhas anteriores foi dito algo como: “use de cores... ou – busque desenhos/símbolos... que transmitem a ideologia da empresa e que satisfaça a busca do consumidor alvo", pois então, busque algum termo, palavra que represente o “feeling” final do grupo, um nome forte, um nome de impacto.

De fato, não é nada muito detalhado, mas para quem ainda se sente perdido na hora de elaborar um trabalho como este, creio que com esta base de raciocínio, há como começar algo sem sair chutando o balde e assim, criando uma marca mais colorida que um arco-íris, e mais chamativa que o carnaval do Rio de Janeiro.

Claro que foi superficial, mas para quem está com dúvidas sobre o assunto, creio que estas informações sejam de alguma maneira proveitosas para iniciar a criar suas marcas.

Bom, espero que possa ser de alguma maneira proveitosa. Até a próxima. Abraços!



Escrito por Rodrigo às 11h58
[] [envie esta mensagem
]





Quarta-feira, 06 de setembro de 2006

Matéria: Gerência

Gestão de Pessoas em TI - Parte 01

Luciana Costa (e-mail) é Graduada em Processamentos de Dados pela Mackenzie. Pós-graduada em: Analise e Projetos de Sistemas pela FATEC, Gerência em Serviços pela USP, Capacitação e Desenvolvimento em RH pela USP e atualmente em Redes de Computadores pela FTC. Trabalhou em empresas em São Paulo (Governo do Estado) e Bahia (Policarbonatos do Brasil e Proquigel), com desenvolvimentos de sistemas, suporte, redes, Internet e Intranet. Consultora de Tecnologia Web e C++, Professora de Tecnologia e de Capacitação (Administração, Financeiro e Controladoria).

Este é um assunto que, particularmente, tenho especial atenção e que gosto muito (sem esquecer da minha atividade-fim que amo com a mesma intensidade).

Acredito que todo profissional, indiferente da área em que atua, deveria experimentar, além de sua especialidade (no meu caso a Tecnologia da Informação), um pouquinho do paladar da Administração.

Percebo que muitos profissionais da nossa área preenchem suas carreiras com cursos técnicos, certificações, etc. Veja bem, não estou dizendo que não é importante, muito pelo contrário, devemos sim, movimentar a carreira com cursos complementares, mas o que quero lhe dizer, é que, muitos esquecem que a Administração lhe faz enxergar a empresa além da TI. Esta ciência torna-lhe um profissional mais completo. Lembrando que somos parte das pessoas que compõem uma organização.

A idéia aqui é mostrar um pouco sobre Gestão de Pessoas, um assunto tão em evidência. Basta olhar nas livrarias na área de Administração e você perceberá inúmeras bibliografias com este assunto.

Vamos lá, então!

Para entendermos melhor, há tempos atrás, o departamento de RH atuava de forma mecanicista, onde a visão do empregado prevalecia à obediência e a execução da tarefa, e ao chefe, o controle centralizado. Hoje o cenário é diferente: os empregados são chamados de colaboradores, e os chefes de gestores.

Vejamos:

01. Empregado: aquele que tem um emprego.
02. Colaborador: aquele que colabora.
03. Chefe: o principal entre outros; o encarregado de dirigir um serviço;
04. Gestor: do latim gestore - gerente; administrador de bens alheios.

Se analisarmos, é verdade! A área de Recursos Humanos deixou (ou pelo menos deveria deixar) de ser um mero departamento de pessoal para se tornar o personagem principal de transformação dentro da organização.

Bem, você já parou pra pensar que hoje a realidade é a sociedade do conhecimento, onde o talento humano é visto como fator competitivo no mercado globalizado. Se analisarmos, perceberemos que o papel do colaborador é mais participativo, ele tem maior autonomia em suas atividades, cooperação nas decisões com seus gestores, facilidade na interação, aprendizagem, conhecem a empresa e participam dos negócios.

Pode-se concluir então, que gerir pessoas não é mais um fator de uma visão mecanicista, sistemática, metódica, ou mesmo sinônimo de controle, tarefa e obediência. É discutir e entender o disparate entre as técnicas tidas como obsoletas (tradicionais) com as modernas (gestão da participação e do conhecimento).

A realidade tem se mostrado bem mais positiva e otimista para muitas organizações: Gestão de pessoas é, hoje, participação, capacitação, envolvimento e desenvolvimento do bem mais precioso de uma organização: o capital humano, que nada mais são que pessoas que a compõe.

É o resgate do papel do ser humano na organização, é torná-los competentes para atuar em suas atividades. Eu disse atividades e não tarefas!

E vou mais longe: é com este cenário que as organizações devem ter a visão de que o capital humano será seu grande diferencial: sinônimo de vantagem competitiva. E com isto surge um novo conceito em gestão de pessoas, batizado pelos grandes mestres da Administração de RH de business-to-employee ou B2E.

As organizações acreditavam que a tendência, em linhas gerais, sempre foi gerir negócios. Concordo em parte! Mas hoje, o fator que move realmente a regra do negócio é justamente o capital humano.

Trata-se então de enxergarmos que a real vantagem competitiva no mercado não está somente representada no financeiro ou nos altos investimentos em tecnologia, entre outros exemplos que poderíamos citar e sim nas pessoas que compõem a organização, que movimentam tudo isto no cotidiano.

“As empresas de sucesso no século XXI serão aquelas que conseguirem captar, armazenar e alavancar melhor o que seus empregados sabem.” Lewis Platt – CEO da HP.

“As pessoas não aparecem no balanço patrimonial no final do mês ou do ano na organização, mas o impacto no desempenho por elas realizado é significativo”.

Deixo aqui dois questionamentos para reflexão.

Sua organização atua em Gestão de Pessoas? Você é um capital humano dentro da organização?

Mas lembre-se que não devemos esperar somente do RH, “O mundo corporativo já procura pessoas com competências para desenvolver suas próprias competências” - como diz Luciana Fuoco.

Mas isto já é um novo assunto para os próximos artigos.

Ate lá!



Escrito por Rodrigo às 11h51
[] [envie esta mensagem
]





Meu Perfil

Olá, meu nome é Rodrigo, tenho 23 anos, profissionalmente atuo como instrutor de informática básica e avançada no Centro de Treinamento da Rede Info, unidade Varginha/MG. Atuo também como Designer e Diretor de arte nas áreas de Design Gráfico, Ilustração e Web Design. Mais informações sobre meu perfil profissional você encontrará em meu hotsite no endereço www.rodrigodesigner.rg3.net/?nf=1 .

Por aqui passam muitas pessoas para trocar idéias, sugestões e fazer negócios, a propósito, este blog foi criado com intuito de negócios, ou seja, todos hoje em dia gostam, e precisam ganhar dinheiro, portanto, podemos discutir diversas formas para melhorar a qualidade profissional de cada um.

Esporte

Como todo ser humano saudável adoro praticar esportes, e o Taekwon-do me ajuda a manter a concentração, e a forma física. Gosto também de bater uma bolinha com os amigos, (rsrsrs) futsal e futebol de campo.


Toda semana postarei artigos sobre diversas áreas. Os artigos são de vários sites em que acompanho articulistas experientes em Design, Marketing, Publicidade, Administração, Tecnologia, programação e etc.


Foto: Rodrigo Batista de Oliveira   Foto: Rodrigo Batista de Oliveira


PS: Qualquer pessoa pode postar mensagens, mas lembro que se houver qualquer mensagem que possa comprometer a imagem ou carater pessoal, a mesma será excluída e/ou encaminhada a processo jurídico. Portanto, pense bem antes de escrever qualquer coisa que possa comprometer alguém ou o proprietário do Blog.

Att

Rodrigo B. Oliveira



Escrito por rodrigo.velox às 08h52
[] [envie esta mensagem
]



 
  [ Ver arquivos anteriores ]